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Instrumentista de sopro e compositor, Ciro cursou Musicoterapia
no Conservatório Brasileiro de Música - CBM,
transferindo-se em 2001 para o curso de Licenciatura em Educação
Artística (com habilitação em música),
também no CBM.
Em 1996 integrou o Grupo Unicórnio (como ator e músico),
tendo percorrido diversos municípios de Santa Catarina
e do Paraná com o musical infantil “Piuí”
(ganhador de três prêmios no Festival Catarinense
de Teatro de 1996, dentre eles o de Melhor Sonoplastia), somando
um total de 327 apresentações. Tocou, ainda,
na abertura de congressos nas áreas de Educação
e Psicologia.
Ministrou oficinas de construção de instrumentos
musicais alternativos para professores das redes pública
e particular em diversos municípios de Santa Catarina
(Blumenau, Jaraguá do Sul, Rio do Sul, Brusque, Florianópolis,
Caçador e outras), Rio de Janeiro e São Paulo.
De 2001 a 2004 deu aulas de educação musical
em creches e escolas no Rio de Janeiro, dentre elas: Centro
Educacional Espaço Encantado, Escola Gota de Mel, Creche
Atchim, Creche Planeta Criança e Creche Escola Bilíngüe
Miraflores. Desde novembro de 2004 atua como facilitador de
dinâmicas de grupo e músico junto a Conexão
Coração - Consultoria, aonde vem realizando
trabalhos para a Petrobrás (nas áreas de RH
e Gerência), Líder Magazine (com as lideranças)
e outras, sempre levando a visão da transformação
e da criatividade.
Percussionista, baterista e pesquisador de sons que alia
pesquisa independente a anos de experiência adquiridos
no Musikfabrik - Fábrica Livre de Construção
Musical e aprendizado no Curso de Teoria e Percepção
Musical da UNI-RIO. Marco tenta sempre buscar uma releitura
dos objetos comuns, fazendo som com tudo que passa pelas suas
mãos.
Atuou como instrutor musical do Projeto Mundo Verde Casazul,
no Instituto Social Elza Pires, na comunidade do Terreirão
(Recreio dos Bandeirantes) e coordenou apresentações
e oficinas de reaproveitamento e construção
de instrumentos musicais alternativos, no evento Pró-Ilha
Verão em parceria com a UERJ - Campus CEADES, na Ilha
Grande - RJ. Coordenou oficinas de reaproveitamento para construção
de instrumentos musicais alternativos junto a ONG Terrativa
na comunidade do Mato Alto (Cascadura).
Participou tocando instrumentos especialmente construidos,
de um ensaio fotográfico para a revista francesa BIBA
e para campanha da marca italiana GAS. Produziu e tocou na
trilha sonora da peça “Como Nasce Um Cabra da
Peste” e, mais recentemente, participou do musical infantil
“Folias de Natal” com direção de
Lúcia Coelho.
Atualmente está envolvido na produção
de um documentário e preparando a trilha sonora de
um novo espetáculo teatral.

Diretor de arte e designer, formado da Universidade Federal
Fluminense (UFF), uniu os ideais de vida ao trabalho e entrou
no Ciclo Natural de primeira. Cursando vestibular junto com
Marco Arruda, tomou conhecimento do projeto desde sua criação.
Após ver a o esforço dos fundadores do Ciclo
Natural em levar o projeto para frente, Duda decidiu fazer
a identidade visual sem cobrar nada. E logo em seguida estava
cuidando de toda a imagem do grupo: criando material impresso,
site, fotografando eventos, escrevendo textos, buscando patrocínios
e organizando a comunicação interna.
Trabalhado como autônomo, atende alguns clientes importantes
entre eles Livraria Leonardo da Vinci, Allied Domecq, Wando
Produções, Gávea Investimentos, Petrobrás,
Unimed, Texaco, entre outros.
Pesquisador de cultura popular, Duda visa contribuir para
um novo perfil de pubilicidade, no qual os profissionais da
área se conscientizem da importância de trabalhar
com materiais que não poluam o ambiente e a mente humana.

Formando em Musicoterapia pelo Conservatório Brasileiro
de Música – CBM (RJ) e futuro estudante de Pós-Graduação
em Educação Ambiental, Luís Aragão
conheceu o Ciclo Natural em 2004 graças ao programador
visual (e seu amigo) Duda Itajahy.
Ao observar que as áreas de formação
dos integrantes do grupo tinham muitos aspectos em comum a
formação de Luís, Duda resolveu aproximar
ambas as partes. Em 2006, Luís juntou-se oficialmente
ao grupo, atuando como assessor de comunicação
e divulgador do projeto. A tendência, entretanto, é
que suas contribuições ao projeto se expandam
cada vez mais.
Além da formação superior, Luís
fez o curso de percussão no Seminário de Música
Pró-Arte em 1998, e também o curso de teoria
e percepção musical (TEPEM) da UNI-Rio, em 1999
e 2000.
Flautista iniciante (transversal), aprendeu as técnicas
básicas do instrumento em 2004, tanto em aulas particulares
quanto na Escola Portátil de Música, na UNI-Rio
Atualmente cursa o MusikFabrik – Fábrica livre
de Construção Musical, uma das fontes essenciais
onde os integrantes fundadores do projeto aprenderam diferentes
conceitos aplicados na construção.

Aluno de Marco Arruda, Beto Itajahy é o mais novo
integrante do Ciclo Natural. A participação
do discípulo na construção e manutençao
dos instrumentos musicais é essencial, atuando com
muita presteza e vontade.
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